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Cientistas portugueses desenvolvem kit diagnóstico ao novo coronavírus

Os dias passam e a humanidade corre contra o tempo! É preciso arranjar uma solução para o novo coronavírus, sabendo que, tendo em conta as informações da comunidade científica, essa poderá demorar algum tempo.
unsplash - National Cancer Institute / @nci

Os dias passam e a humanidade corre contra o tempo! É preciso arranjar uma solução para o novo coronavírus, sabendo que, tendo em conta as informações da comunidade científica, essa poderá demorar algum tempo.

A notícia está a ser avançada pelo jornal Publico, que revela a existência de um kit de diagnóstico português ao novo coronavírus. De acordo com as informações, este kit já foi acreditado pelo Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge (INSA) para a realização dos testes. Ao realizar um diagnóstico da doença é possível um combate mais eficiente da mesma.

A tecnologia usada é a mesma que já é vulgarmente aplicada no IMM na investigação do parasita da malária. A tecnologia do IMM tem duas fases: a extração do material genético (neste caso, do vírus) e depois a deteção desse material genético. “O kit tem os reagentes para fazermos as misturas todas”, diz Maria Mota.

Maria Mota adianta que vão fazer-se testes reais a dez amostras para comparar, desta vez, com os resultados do INSA. Vão usar-se as mesmas amostras, que serão processadas ao mesmo tempo, para verificar se o kit de diagnóstico português chega aos mesmos resultados do que o INSA. A partir daqui o kit estará pronto para começar a ser utilizado em diagnósticos, refere o jornal.

Inês Domingues, diretora do gabinete de comunicação do IMM refere que “Cada teste custa, em termos de reagentes e outro material, à volta de 30 euros, sem contar com os recursos humanos, que são totalmente voluntários.”

ESTADO PAGA 100 EUROS POR TESTE DA COVID-19 AOS PRIVADOS

O Estado está a pagar 100 euros por cada teste para detetar a infeção pelo novo coronavírus aos laboratórios privados com que possui acordos, conta o “Público” esta terça-feira. Esta informação foi confirmada por responsáveis de dois dos três laboratórios que estão a trabalhar para as autoridades públicas de saúde.