Ecofriendly Empreendedorismo

Amplireflex: Rentabilizar custos através da gestão energética

A AmpliReflex surgiu no mercado com o objetivo de eliminar lacunas existentes no mercado ambiental, devido à densidade de construção e à sobrecarga das redes já instaladas. A empresa, situada em Cernache do Bonjardim, na Sertã, garante a redução de perdas enrgéticas, através de uma cuidada monitorização e tendo como base um serviço profissional e idóneo. O CEO Carlos Lapa falou sobre o progressivo crescimento da empresa, fruto de uma aposta na inovação e na tecnologia.

A AmpliReflex surgiu no mercado com o objetivo de eliminar lacunas existentes no mercado ambiental. Que lacunas eram essas?

Essencialmente eram lacunas existentes no mercado ambiental, devido, principalmente, à densidade de construção e à sobrecarga das redes já instaladas. Era necessário, portanto, garantir a confiança das instalações existentes através de uma monitorização cuidada, tendo por base um serviço profissional e idóneo.

Hoje, através das novas tecnologias ao nosso dispor, desenvolvem-se competências que permitem garantir um apoio direto aos detentores dessas infraestruturas, à sua manutenção, à operação e à inspeção de sistemas ou infraestruturas de ambiente sanitário.

Carlos Lapa, Gerente Amplirflex

Atuando nos setores da engenharia, ambiente e construção, quais são os serviços da Amplireflex?

Face ao desenvolvimento da área ambiental, e tendo como suporte as fortes valências do nosso quadro operacional/técnico, oferecemos um serviço personalizado, à indústria, aos serviços integrais de manutenção, à inspeção de sistemas ou infraestruturas, à gestão energética e aos serviços na área ambiental.

Esta amplitude vai desde o comissionamento da obra, gestão, inspeção, exploração e execução da manutenção, tendo para tal a disponibilidade total dos meios técnicos e humanos para o pleno desempenho destas funções.

Existe uma maior aposta em algum dos serviços?

Podemos afirmar que a verdadeira aposta é na inovação e na criatividade, também utilizadas no âmbito da informática e nas novas tecnologias aplicadas à área da manutenção e reabilitação. Estas têm contribuído para desenvolver a execução da nossa atividade, adaptados aos novos desafios que se deparam junto da generalidade das empresas.

Qual é vosso público-alvo?

Na generalidade, os clientes da Amplireflex são clientes decididos, atentos, exigentes, comunicativos e simultaneamente especialistas na área ambiental, o que obriga a Amplireflex a manter um nível de excelência e profissionalismo em todos os seus serviços.

Para além de tornarem os vossos clientes mais ‘ecológicos’, os vossos serviços são, também, uma forma de rentabilizar custos e desperdícios energéticos?

Sim, a redução das perdas e o uso eficiente dos desperdícios energéticos, garante um melhor aproveitamento das infraestruturas, o que permite um maior retorno financeiro, assumindo uma redução dos custos de produção, ou pelo aumento da faturação.

Neste sentido, garantindo uma constante monitorização da infraestrutura, e estabelecendo intervenções frequentes em ações de controlo de desperdícios energéticos, trará naturalmente benefícios a nível financeiro a curto prazo.

Num setor que está em constante inovação e ‘revolução’, como é feita a aposta e o acompanhamento do avanço das tecnologias?

A Amplireflex está presente de uma maneira assídua nos principais mercados internacionais, com o objetivo de acompanhar a competitividade no mercado ambiental e a sua inovação.

A aposta e o investimento considerável nos últimos anos feito em tecnologia inovadora e meios humanos, é crucial para a contínua aposta no sucesso da nossa atividade.

Num serviço tão especializado, acaba por ser difícil encontrar profissionais que se adaptem de imediato ao trabalho da AmpliReflex?

Sim, definitivamente é difícil encontrar profissionais. Mas esta dificuldade não se deve ao fato do serviço ser especializado. O facto de ser um serviço tão especializado faz com que a Amplireflex adote e garanta uma postura em que a adaptação do profissional pode e é desenvolvida, através de formação teórica/técnica, através de formação prática e treino com tutor.

Mas o que se verifica na atual situação do setor, é que existe uma crise de mão-de-obra, e esta dificuldade é transversal ao país.

Num ano marcado pela pandemia do novo coronavírus, a pergunta acaba por ser incontornável. Como se têm adaptado a esta nova realidade, e que medidas foram tomadas?

É incontornável que a pandemia trouxe consigo um conjunto de incertezas e desafios. Neste sentido a Amplireflex fruto dos valores que defende fará parte da solução, garantindo que os nossos clientes e colaboradores se sentem devidamente apoiados.

Este momento de incerteza trouxe consigo alterações nos nossos hábitos e rotinas, como a implementação do teletrabalho e reuniões através dos meios digitais. Também as frentes de trabalho foram reorganizadas a fim de garantir a proteção dos colaboradores e a não disseminação do vírus. É importante para a Amplireflex o investimento nas pessoas e no seu bem-estar pessoal e familiar e, neste seguimento, a empresa não só garante todos os postos de trabalho, como se encontra a contratar novos colaboradores.

Que novos desafios foram levantados pela pandemia Covid-19 para o futuro da gestão dos resíduos?

A pandemia Covid-19 veio obrigar-nos a olhar para o futuro de um modo mais objetivo e racional. No seguimento das orientações emanadas pela APA, pela ERSAR, e mais concretamente na Orientação nº 034/2020, de 11 de julho da DGS, os desafios passam por garantir a proteção da saúde pública, dos trabalhadores e prevenir a disseminação da doença.

A Amplireflex, fruto das valências e conhecimento de que dispõe tem particular atenção à sua atividade junto dos serviços da água e dos resíduos, assumindo a responsabilidade de garantir todas as condições de segurança na prestação de serviços tão essenciais para as populações.

Consideram que há a necessidade de uma nova visão e política da gestão de resíduos em Portugal?

A gestão de resíduos em Portugal merece um quadro regulatório bem definido, transparente e que permita por exemplo licenciamentos rápidos e eficazes. Neste momento aguardamos a conclusão do PERSU 2030, na esperança que traga relevantes melhorias para o sector.

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