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Ainda há campeonatos de futebol a decorrer na pandemia

As Ligas de futebol da Bielorrússia, da Nicarágua, do Burundi e do Turquemenistão continuam em atividade, ignorando completamente as medidas de contensão e do bom senso. A COVID-19 travou todos os outros campeonatos, obrigou ao adiamento dos Jogos Olímpicos, do Euro 2020 e da Copa América, no entanto nestes países onde a democracia não existe, a bola continua a rolar, ignorando os pedidos da UEFA.

As Ligas de futebol da Bielorrússia, da Nicarágua, do Burundi e do Turquemenistão continuam em atividade, ignorando completamente as medidas de contensão e do bom senso. A COVID-19 travou todos os outros campeonatos, obrigou ao adiamento dos Jogos Olímpicos, do Euro 2020 e da Copa América, no entanto nestes países onde a democracia não existe, a bola continua a rolar, ignorando os pedidos da UEFA.

Aleksandr Lukashenko, presidente da nação bielorrussa respondeu ao pedido da UEFA para o campeonato, de forma e evitar contaminação de mais pessoas com o novo coronavírus, com a declaração “mais vodka”. O presidente da Bielorrússia desde 1994 e líder incontestado do país sugere vodka, como a melhor forma de combater o vírus e por isso, o futebol contínua.

Na Bielorrússia joga o português Denis Duarte, ex-Vitória SC, representando o Dinamo Brest, campeão em título, que este fim de semana defronta o Slutsk para o campeonato, num jogo de portas abertas ao público. Neste momento e segundo os dados oficias do país, há 86 pessoas infetadas com a COVID-19 na Bielorrússia.

Nicarágua, Burundi e Turquemenistão seguem o exemplo da bielorrusso e continuam a disputar os seus campeonatos, embora nenhum destes países tenha uma liga de futebol oficial. Na Suécia e na Finlândia, o futebol parou mas não totalmente, uma vez que equipas de escalões secundários continuam a realizar jogos particulares, preparando a nova época que se aproxima para os países escandinavos.

No caso do Turquemenistão, a “Yokary Liga” continua em andamento, sendo que ainda nenhum casos de coronavírus foi reportado no país da antiga União Soviética. Situação exatamente idêntica acontece no Burundi, em África, sendo que em Nicarágua já foram reportados dois casos de COVID-19.

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Jorge Teixeira

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