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Estar feliz é ser produtivo

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Vivemos agarrados ao que fazemos profissionalmente. Seria bom que esse tempo fosse bem passado.

Mais felizes e mais rentáveis. Nas empresas em que os trabalhadores estão mais satisfeitos, a produtividade tende a aumentar, o que quer dizer que o investimento das empresas no bem-estar dos seus colaboradores é fundamental para atingir o sucesso e conseguir resultados positivos. Caso para dizer que a felicidade dá dinheiro.

A produtividade e felicidade andam de mãos dadas. E os números não deixam margem para dúvidas. Os trabalhadores felizes faltam menos 36 por cento, têm menos 45 por cento de vontade de mudar de empresa e sentem-se 9 por cento mais produtivos, segundo o estudo ‘Happiness Works 2021’, citado pelo ECO, apresentado no evento Empresas Felizes 2021.

De acordo com o estudo, a média de felicidade nas empresas, numa escala de um (menos feliz) a cinco (mais feliz), situa-se nos 3,8 na edição deste ano (a mesma pontuação face a 2020).

Mas o que é a felicidade no trabalho? Trata-se de um ambiente em que confiamos nas pessoas para quem trabalhamos, temos orgulho no que fazemos e gostamos das pessoas com quem trabalhamos. Isto significa, que quando pensamos na nossa empresa, pensamos imediatamente em confiança, respeito, imparcialidade, credibilidade, orgulho, justiça e equidade. As práticas de gestão devem por isso estar alinhadas com inspirar, escutar, cuidar e desenvolver. Estudos à parte, em primeiro lugar é importante compreender o que realmente significa a felicidade num contexto profissional. É a sensação que vivenciamos quando um projeto é concluído com sucesso e somos reconhecidos pelas nossas chefias? Ou é algo maior? Quais os fatores que impulsionam a motivação, a produtividade e o sentido de compromisso (engagement)?

Empresas bem-sucedidas têm colaboradores felizes e mais comprometidos. São leais e criativos, em comparação com as empresas que reúnem colaboradores menos satisfeitos. Para isto, é preciso construir ambientes de trabalho com elevados níveis de confiança e sobretudo respeito. Aqui entra a chamada segurança psicológica e emocional da pessoa. É a certeza de que ninguém será humilhado, desrespeitado ou punido se falar o que pensa, pedir ajuda ou mesmo falhar em algum momento na realização das suas tarefas e objetivos. Uma empresa que tem uma cultura de culpa e do ‘apontar o dedo’ não tem direção e não se adapta a um mundo em mudança, e por isso não será certamente um lugar divertido e feliz para se trabalhar.

O Happiness Works 2021 obteve um recorde de 6.380 respostas de colaboradores e analisou cerca de 300 empresas, identificando duas dezenas que constituem exemplos de felicidade organizacional. A PHC ficou no primeiro lugar do ranking. As outras duas posições do pódio foram para a IT People e para a Milestone.

Além destas três empresas, e por ordem alfabética, foram ainda distinguidas no top 20 das empresas mais felizes, sem nenhuma ordem em específico, as seguintes: Altronix, Amco, AMT Consulting, Grupo Bernardo Costa, Cobelba, Conectys, Grupo Your, Mendes Gonçalves, Near Partner, Quilaban, Samsys, Smart Consulting, Solfut, WYgroup, YKK Portugal, Ytech e Zolve.

Sobre este autor

Jorge Teixeira

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