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Picaporte: Abrir portas no terreno para o mercado insular

Mesmo no centro da ilha Terceira existe uma sociedade de mediação imobiliária com 17 anos de vida e que tem conseguido superar qualquer desafio e adversidade. Se precisar de comprar, arrendar ou vender um imóvel ou terreno, a Picaporte é a escolha certa.

Mesmo no centro da ilha Terceira existe uma sociedade de mediação imobiliária com 17 anos de vida e que tem conseguido superar qualquer desafio e adversidade. Se precisar de comprar, arrendar ou vender um imóvel ou terreno, a Picaporte é a escolha certa.

Um picaporte é um utensílio que serve para abrir uma porta (tipo um puxador), por isso na hora de escolher o nome da sociedade de mediação imobiliária a decisão pareceu óbvia. “Nas portas principais de Angra do Heroísmo o que tem para abrir é um picaporte”, explicou o administrador Luís Armando Machado. É que ele próprio também abriu muitas portas de imóveis aos ilhéus. “A Picaporte nasce em 2003, fruto de vários anos a ser consultado por várias pessoas, porque conheço muita gente, sobre se sabia de negócios ou vendas”, disse.

Luís Armando Teixeira

O que começou como uma brincadeira para alguém que ainda trabalha na restauração e que esteve antes num concessionário de uma marca automóvel no grupo central do arquipélago, acabou numa empresa com sede naquela que foi a primeira rua principal de Angra, a rua Direita. No rés-do-chão de um edifício antigo, todo renovado, trabalham três funcionários, incluindo o sóciogerente. “Estivemos sempre no mesmo espaço e com os mesmos funcionários. Já fomos seis e tivemos de nos ajustar ao longo dos anos para tornar a empresa viável, mas mudamos muito pouco para os clientes verem sempre as mesmas caras”, contou.

Resultado? A Picaporte soma e segue no setor imobiliário. “Com a vinda das companhias aéreas começámos a fazer o trabalho de casa com os investidores externos que iriam começar a procurar Angra como destino na área hoteleira. Preparámonos com antecedência, em 2015/16, com a angariação de imóveis para 2018/19, quando a procura começasse a crescer. E isso aconteceu”, anteviu Luís Armando Machado.

Hoje, a procura de imóveis no setor hoteleiro (para empreendimentos turísticos e hotéis de charme) abrandou, “porque houve um boom”, mas ainda há muitos projetos em papel e prontos para venda. Já no setor residencial, “temos um problema gravíssimo: a oferta é pouca tendo em conta a procura”, não havendo, por isso, imóveis novos para venda em Angra do Heroísmo, “o que é uma lacuna muito grande”, restando imóveis usados ou degradados. “Fez despertar um nicho de mercado que são os terrenos de construção”, alertou o sócio-gerente.

Com atuação nas ilhas Terceira, São Jorge, Pico, Faial, São Miguel e Flores (aqui com muito pouca representação), a empresa conta ainda com uma equipa sólida de advogados, solicitadores e documentalistas. “O que nos diferencia é o know-how que temos pelo tempo que estamos no mercado; a transparência que queremos que esteja sempre presente; as equipas que nos prestam serviços e a garantia de tudo ser tratado com profissionalismo, o que dá estabilidade e credibilidade, que é cada vez mais importante. Talvez por isso já estamos a apanhar várias gerações de famílias que só trabalham com a Picaporte”, finalizou.