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Quer aproveitar a ponte? Estes são os hotéis mais IN

Vale d’Oliveiras Quinta Resort & Spa, Algarve

Graças ao feriado de Todos-os-Santos na sexta-feira, 1 de novembro, ótima para fazer uma ponte no trabalho, muitos portugueses têm a oportunidade de fazer uma escapadinha. A IN Corporate Magazine selecionou os hotéis e você só tem de escolher.

São locais que merecem ser tidos em conta, caso esteja a planear fazer umas ‘mini-férias’. De norte a sul do país, sugerimos quatro espaços perfeitos para desfrutar de uns dias calmos, modernos ou com atividades a preceito para aproveitar ao máximo o fim-de-semana prolongado. Tudo com o selo de aprovação IN.

– Quinta da Lamosa (Arcos de Valdevez)

Bastava dizer que este espaço fica à porta do Parque Nacional da Peneda-Gerês para ser suficiente, mas vamos dar ainda mais razões para o visitar.

A Quinta da Lamosa Agroturismo é uma quinta ecofriendly e um exemplo de turismo sustentável. Ao entrar na propriedade, a paz e a tranquilidade fazem-se sentir nas profundezas do ser.

Situada na freguesia de Gondoriz, em Arcos de Valdevez, à porta do Parque Nacional da Peneda-Gerês, é um autêntico paraíso concebido por João Pedro e Carla Serôdio, os proprietários.

A propriedade está rodeada por um hectare de vegetação, onde planam as casas de madeira designadas como A Casa da Corte, a Casa do Espigueiro 1, a Casa do Espigueiro 2 e a Casa da Árvore. Esta última, envolvida numa mata verde de carvalhos, com uma ponte de madeira sob um pequeno riacho, que dá a sensação de plena comunhão com a natureza: “Todas as casas foram construídas em madeira precisamente pela questão do ecoturismo”, refere, com orgulho, o proprietário.

A Quinta da Lamosa está rodeada de árvores de fruto. Framboesas, mirtilos, morangos, castanhas e, em breve, limões são as plantações do proprietário para “tornar a quinta ainda mais autossustentável”.

Há ainda uma piscina de água salgada que, por questões ecológicas, está livre de produtos químicos; nos terrenos da propriedade não são usados pesticidas; a água é proveniente de nascentes e os painéis solares servem para aquecer as águas.

– Hotel Mestre de Avis (Guimarães)

Mesmo no centro histórico de Guimarães existe um espaço que é muito mais que um hotel: é uma forma diferente de pensar a hotelaria.

O Hotel Mestre de Avis não foge à essência da cidade e ao espírito vimaranense, até porque se situa precisamente no centro, classificado como Património Cultural da Humanidade. A calçada, que se percorre até ao hotel, viu Portugal nascer e erguer-se.

Perfeitamente enquadrado na arquitetura daquela praça histórica, o hotel conserva a fachada original, enquanto o interior foi completamente reconstruído, mas sem descurar a identidade da casa original. O edifício foi outrora propriedade de Maria Angelina Brandão, que escreveu em coautoria com seu marido, Raul Brandão, “Portugal Pequenino”.

A revitalização do espaço deu-se pelas mãos de Rosa Roeder, proprietária e gerente do hotel. Em 1997, adquiriu o edifício que foi totalmente recuperado, com mobiliário a remeter para o imaginário nostálgico, desenhado de propósito para o hotel, por um arquiteto muito conceituado no norte do país.

No ano de 1998, o negócio hoteleiro materializava-se, inicialmente como Residencial Mestre de Avis. Em 2011, o espaço ganhava uma nova vida, não só por se ter convertido em hotel, mas também porque aliava ao requinte uma galeria de artes.

Numa atmosfera em que impera o design e a estética, o frio da pedra que sobressai por todo o edifício é quebrado por uma seleção de peças de arte. Rosa Roeder assume que aliar o hotel às artes foi uma aposta pessoal e, por isso, ao longo de todo o espaço estão expostas mais de 50 peças de artistas nacionais e internacionais.

O Hotel Mestre de Avis oferece 16 quartos para uma inesquecível estadia, possibilitando noites e sonhos, rodeado de verdadeiras obras-primas. Em cada quarto está presente um livro da história de Guimarães e serve também de roteiro turístico.

As duas estrelas com as quais é designado o hotel não retratam a excelência do serviço, dos pormenores e da experiência proporcionada.

–  Hostel 8 Villages Executive (Santo Tirso)

Localizado no coração de Santo Tirso, o hostel 8 Villages Executive, que abriu portas recentemente, apresenta-se como uma proposta ousada. Jorge Silva é o mentor de um projeto que promete ser mais que uma oferta hoteleira.

Apesar de se designar como hostel, as comodidades são as mesmas que as de um hotel. A entrada anuncia o cuidado em cada recanto e a excelência do serviço. Ao todo são 8 quartos duplos, equipados ao rigor de uma unidade hoteleira requintada.

A pretensão em criar um projeto neste ramo já vinha detrás, “entretanto surgiu a oportunidade deste mesmo espaço e decidimos fazer esta aposta”, explicou o gerente Jorge Silva. Mais do que uma concretização pessoal o 8 Villages Executive “pretende colmatar a falta de alojamento em Santo Tirso e posicionar-se com uma oferta diferenciada”, sublinhou.

Aliado ao primor do 8 Villages Executive, a sua localização revela-se como um dos fatores de diferenciação. “Estamos muito próximos do Porto e temos uma linha de comboio que faz a ligação entre o Porto, Guimarães e Braga. São milhares de turistas que passam aqui ao lado”, esclareceu Jorge Silva.

“Além disso estamos na praça central da cidade com vários bares ao lado. Aliado a isso há uma oferta de turismo muito interessante como o Mosteiro de São Bento e o Museu Internacional de Escultura Contemporânea”, acrescentou.

Aliado ao hostel existe ainda um espaço destinado à restauração.

Vale d’Oliveiras Quinta Resort & Spa (Carvoeiro)

O Vale d’Oliveiras Quinta Resort & Spa é um elegante resort de cinco estrelas entre Carvoeiro e Ferragudo, no Algarve. A celebrar quase dez anos desde a abertura, o resort algarvio iniciou recentemente um projeto de decoração de interiores com um valor de investimento a 2,8 milhões de euros, e será concluído de forma faseada durante os próximos 5 anos.

A propriedade apresenta uma localização de excelência devido à sua proximidade do melhor que o Algarve tem para oferecer durante todo o ano: praias internacionalmente premiadas, os melhores campos de golfe do mundo, uma paisagem envolvente, de inigualável beleza e uma oferta gastronómica de excelência!

Pelos milhares de comentários que tem nos sites de avaliação, os hóspedes intitulam o Vale d’Oliveiras como um oásis verdejante de pura tranquilidade e beleza natural.

O resort oferece um total de 104 unidades de alojamento, entre 22 quartos duplos, dois suítes e 80 apartamentos V1 e V2. Em termos de serviços, dispõe de um spa com cinco salas de tratamento, piscina interior aquecida, sauna, jacuzzi, ginásio, banho turco e piscinas exteriores.

Do lado da oferta gastronómica, o restaurante The Olive Tree tem uma carta de inspiração mediterrânica, que altera a cada época do ano. O Olive Bar para vinhos e tapas ao final do dia e, junto à piscina, o Jasmin Pool Bar & Restaurant, com um ambiente mais informal, dedicado a cocktails e noites temáticas no verão.

A propriedade conta ainda com uma horta biológica onde cultiva as suas ervas, árvores de fruto e todo o tipo de legumes e vegetais à disposição do Chef.

O empreendimento turístico abriu em 2010 e conta com nove hectares de jardins imaculadamente tratados, todos os dias.

Todas as alas (cinco no total) estão identificadas com diferentes variedades de azeitona, elemento central em todo o conceito do resort.

A arquitetura é também ela de inspiração mediterrânea, com construção de baixa densidade onde se destacam as perto de 200 chaminés tipicamente algarvias. As salas de estar, por exemplo, têm uma cúpula com cinco metros de altura, algo invulgar para um empreendimento turístico.

Nas zonas comuns, destaca-se o lobby com a sua sumptuosa cúpula. Foi dos primeiros espaços a ser intervencionado. Além disso, a maior parte do investimento aplica-se aos quartos e apartamentos. Seguem-se mais 12 unidades em novembro de 2019 e mais 24 em 2020. O projeto está a ser concretizado pela Quinta Style Boutique Design, uma empresa especializada no setor hoteleiro, sedeada em Almancil.

Destacam-se ainda os elementos decorativos nas paredes, com rendas e bordados portugueses. Segundo o Diretor Geral, Eduardo Peregrino, existe uma grande preocupação em transmitir uma verdadeira cultura de autenticidade baseada na cultura portuguesa.

Sobre este autor

Jorge Teixeira

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