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Digibéria inaugura novo escritório no Grande Porto: “mais disponibilidade, maior rapidez de resposta e uma relação mais próxima e contínua”

A abertura de um escritório em Vila Nova de Gaia marca uma nova etapa na presença da Digibéria no Norte, reforçando a ligação a um dos principais polos empresariais do país. Com mais de três décadas de atividade, a empresa reforça a aposta num modelo assente na proximidade aos clientes, nos serviços geridos e na resposta a um contexto cada vez mais exigente ao nível da segurança e da continuidade dos sistemas.

A Digibéria inaugurou recentemente um novo escritório no Grande Porto, em Vila Nova de Gaia, reforçando a proximidade ao tecido empresarial da região. Esta decisão resulta sobretudo de uma leitura da vossa atual carteira de clientes ou do potencial do tecido empresarial do Norte?

A decisão de inaugurar o novo escritório em Vila Nova de Gaia, bem como as recentes instalações no Taguspark, resulta de uma estratégia que conjuga a evolução da nossa carteira de clientes nacional e na região Norte, onde temos desenvolvido projetos relevantes nos últimos anos, com uma visão clara sobre o potencial do tecido empresarial do Norte do país, notoriamente dinâmico, diversificado e inovador. Estas iniciativas integram o nosso plano de desenvolvimento, com o objetivo de nos tornarmos uma empresa cada vez mais focada e próxima dos clientes em todo o território. A presença física nestas localizações permite-nos estar mais próximos dos nossos clientes e parceiros, compreender melhor os seus desafios e responder de forma mais ágil e personalizada.

“Estamos a dar passos firmes para consolidar uma ligação mais direta com o mercado e responder com maior eficácia às necessidades dos nossos clientes”

Fernando Duarte, CEO

Esta nova localização permite-vos uma maior proximidade no terreno. Em termos práticos, o que é que esta presença em Gaia acrescenta à forma como trabalham com os clientes?

A presença em Vila Nova de Gaia permite-nos, acima de tudo, uma maior proximidade no terreno, o que tem impacto direto na forma como trabalhamos com os nossos clientes. Em termos práticos, significa mais disponibilidade, maior rapidez de resposta e uma relação mais próxima e contínua, não apenas pontual ou remota. Esta proximidade facilita reuniões presenciais, acompanhamento mais frequente dos projetos e uma melhor compreensão do contexto específico de cada cliente. Estar fisicamente na região permite-nos antecipar necessidades, ajustar soluções de forma mais ágil e reforçar a confiança, que é essencial numa relação de parceria a longo prazo.

“Este é claramente um momento importante de evolução para a Digibéria, num percurso de transformação onde a proximidade e a especialização são fundamentais para o nosso futuro”

Bernardo Figueiroa, Chairman

O Norte tem um perfil empresarial muito próprio, com forte peso da indústria e da exportação. Que tipo de empresas ou setores pretendem acompanhar mais de perto a partir desta nova estrutura?

O Norte de Portugal tem, de facto, um perfil empresarial muito próprio, marcado por um forte peso da indústria, da exportação e da inovação, e é precisamente esse dinamismo que queremos acompanhar de forma mais próxima a partir desta nova estrutura. A região tem vindo a afirmar-se também em áreas como os serviços, tecnologia, saúde e retalho especializado, setores onde a transformação digital e a cibersegurança assumem um papel cada vez mais estratégico. A presença em Gaia permite-nos estar mais próximos destes contextos, compreender melhor os desafios específicos de cada setor e adaptar as nossas soluções às reais necessidades do negócio.

Fundada em 1991, a Digibéria acompanhou várias fases da evolução tecnológica, desde modelos mais centrados em hardware até à atualidade, marcada por cloud, serviços e inteligência artificial. Em que momentos sentiram necessidade de reposicionar a empresa de forma mais exigente?

Ao longo de mais de três décadas de existência, a Digibéria acompanhou diferentes fases de evolução tecnológica e de mercado, o que obrigou, em vários momentos, a reavaliar e reposicionar a empresa de forma mais exigente.

Um dos momentos mais marcantes ocorreu quando o mercado transitou de um modelo fortemente orientado para hardware e infraestruturas físicas para uma abordagem mais centrada em serviços, gestão contínua e outsourcing tecnológico. Esta mudança exigiu não só novas competências técnicas, mas também uma transformação na forma de trabalhar com os clientes, valorizando relações duradouras e uma responsabilidade operacional acrescida. Nos últimos anos, com o avanço da cloud, da cibersegurança, dos modelos de serviços geridos e o aparecimento da inteligência artificial como elemento diferenciador, voltámos a sentir a necessidade de ajustar o nosso posicionamento. Este processo envolveu reforçar a especialização das equipas, apostar na certificação, estabelecer parcerias com fabricantes estratégicos e adotar uma abordagem cada vez mais orientada ao valor para o negócio, para além do foco tecnológico.

Num setor onde a oferta pode parecer, à superfície, bastante semelhante, onde é que a Digibéria identifica hoje a sua principal diferenciação no mercado?

Num mercado onde, à primeira vista, muitas ofertas podem parecer semelhantes, a Digibéria destaca-se pelo modo como se posiciona, assumindo claramente o papel de parceiro tecnológico, com uma abordagem assente na proximidade, no conhecimento do negócio dos clientes e numa forte responsabilidade operacional. Outro fator diferenciador é a capacidade de combinar experiência acumulada com especialização atual, nomeadamente nas áreas de serviços geridos, cloud, cibersegurança e inteligência artificial, procurando responder aos desafios atuais das organizações com soluções ajustadas a cada contexto.

A empresa trabalha com fabricantes tecnológicos de referência, como Dell, HP, HPE ou Microsoft. Como é que essas parcerias se refletem nas soluções que desenvolvem para os clientes?

As parcerias com fabricantes tecnológicos de referência como Dell, HPE, HP, Microsoft, VMware (agora Broadcom) ou até mesmo a Fortinet, refletem-se, acima de tudo, na qualidade, fiabilidade e consistência das soluções que entregamos aos nossos clientes. Estas parcerias permitem-nos ter acesso antecipado a tecnologia validada, boas práticas, formação contínua e suporte especializado, o que se traduz em soluções mais robustas, seguras e alinhadas com os standards do mercado. Ao mesmo tempo, dão-nos a confiança necessária para desenhar arquiteturas à medida, sustentadas em plataformas reconhecidas e amplamente testadas. Mais do que trabalhar com marcas, trabalhamos com ecossistemas tecnológicos que nos permitem combinar inovação com estabilidade. O resultado são soluções integradas, pensadas para o contexto real de cada cliente, com foco na continuidade do negócio, segurança e evolução a longo prazo.

Olhando para a atividade atual da Digibéria, que tipo de projetos têm hoje maior peso no vosso trabalho junto das empresas e a que necessidades mais frequentemente procuram responder?

Atualmente, os projetos com maior peso na atividade da Digibéria estão sobretudo ligados à gestão e modernização das infraestruturas tecnológicas, com um foco crescente em serviços geridos, cloud, cibersegurança e continuidade do negócio. As empresas procuram-nos, cada vez mais, para responder a necessidades muito concretas: garantir disponibilidade dos sistemas, reforçar a segurança da informação, simplificar a gestão tecnológica e criar bases sólidas para a evolução digital. Em muitos casos, trata-se de ambientes híbridos, onde é necessário integrar infraestruturas existentes com soluções cloud, mantendo controlo, desempenho e segurança.

Paralelamente, temos assistido a uma procura crescente por projetos relacionados com resiliência operacional, backup, disaster recovery e proteção contra ciberameaças, áreas que hoje são críticas para a sustentabilidade dos negócios. Mais recentemente, também temos vindo a apoiar organizações na preparação para a adoção de novas tecnologias, incluindo automação e inteligência artificial, sempre de forma pragmática e alinhada com objetivos concretos.

“A complexidade tecnológica aumentou significativamente nos últimos anos, e muitas empresas enfrentam desafios para acompanhar as evoluções, seja ao nível das infraestruturas, da cloud ou da segurança da informação”


Eládio Magalhães, Sales Director

A Digibéria tem vindo a trabalhar a externalização da gestão de TI (tecnologias de informação) como uma opção estratégica para as empresas, num contexto de maior complexidade tecnológica e pressão sobre recursos internos. Que papel têm hoje estes modelos na vossa atividade e que tipo de procura têm vindo a encontrar no mercado?

Os modelos de externalização da gestão de TI assumem hoje um papel central na atividade da Digibéria e refletem uma tendência clara do mercado. À medida que os ambientes tecnológicos se tornam mais complexos e exigentes, muitas organizações reconhecem que é cada vez mais difícil garantir internamente todos os níveis de especialização, disponibilidade e segurança necessários.

Temos vindo a encontrar uma procura crescente por serviços geridos, sobretudo por parte de empresas que pretendem assegurar a continuidade do negócio, reforçar a cibersegurança e simplificar a gestão das suas infraestruturas, mantendo o foco no seu core business. Estes modelos permitem às organizações ganhar previsibilidade, reduzir risco e beneficiar de equipas especializadas, sem a pressão de gerir internamente recursos escassos. Mais do que uma opção de redução de custos, a externalização é hoje encarada como uma decisão estratégica, que permite às empresas evoluir tecnologicamente de forma sustentada.

Para lá da implementação inicial, como é feito o acompanhamento dos clientes ao longo do tempo e de que forma asseguram a continuidade das soluções e a sua adaptação às necessidades das empresas?

O acompanhamento é feito através de modelos de serviços geridos, monitorização permanente, suporte especializado e contacto frequente com as equipas dos clientes. Esta abordagem permite-nos garantir a continuidade das soluções, antecipar problemas e atuar de forma preventiva, assegurando níveis elevados de disponibilidade, segurança e desempenho.

Ao longo do tempo, vamos ajustando as soluções à evolução do negócio, às novas exigências tecnológicas e aos desafios de segurança que vão surgindo. Mais do que manter ambientes estáveis, procuramos apoiar os clientes na evolução sustentada da sua tecnologia, garantindo que esta continua alinhada com os seus objetivos estratégicos.

Nos últimos anos, que mudanças têm observado na forma como as empresas em Portugal decidem onde investir em tecnologia?

Nos últimos anos, temos observado uma mudança clara na forma como as empresas em Portugal decidem onde e como investir em tecnologia. As decisões deixaram de ser predominantemente tecnológicas e passaram a ser cada vez mais orientadas ao negócio, ao risco e à sustentabilidade.

Hoje, as empresas investem com maior foco em segurança, continuidade operacional e eficiência, privilegiando soluções que garantam estabilidade, escalabilidade e previsibilidade, em vez de investimentos pontuais ou reativos. Há também uma preocupação crescente com o retorno do investimento, com a capacidade de adaptação futura e com o impacto da tecnologia na produtividade e na competitividade.

Outra mudança relevante é a valorização de modelos de serviço em detrimento da simples aquisição de tecnologia. As organizações procuram parceiros que assumam responsabilidade, acompanhem a evolução dos ambientes e ajudem a tomar decisões informadas num contexto cada vez mais complexo, marcado mais recentemente, pela inteligência artificial.

O centro de operação logística em Vendas Novas “é um orgulho e representa uma peça fundamental para garantir o suporte operacional de excelência que oferecemos aos nossos clientes, respondendo com agilidade e máxima eficiência”

Na prática, que tipo de exigências vos chegam hoje por parte dos clientes ao nível da cibersegurança e da resiliência das suas infraestruturas?

Os clientes procuram, acima de tudo, garantias de continuidade do negócio, proteção eficaz contra ciberameaças e capacidade de resposta rápida a incidentes. É cada vez mais frequente surgirem pedidos relacionados com prevenção e deteção de ataques, proteção de dados, backup e disaster recovery, bem como com a necessidade de assegurar que os sistemas críticos permanecem disponíveis, mesmo perante falhas, incidentes de segurança ou eventos imprevistos. A resiliência deixou de ser um tema técnico e passou a ser uma preocupação estratégica.

“Dispomos de equipas especializadas e de um serviço de monitorização e resposta a incidentes disponível 24×7, assegurando assim uma vigilância permanente e uma intervenção imediata sempre que necessário”


Edgar Silva, COO da Digibéria

Com este novo ciclo, marcado pela presença no Norte, que papel pretende a Digibéria assumir no mercado nacional?

Com este novo ciclo, marcado pela agora maior presença no Norte, a Digibéria pretende assumir um papel ainda mais claro como parceiro tecnológico de referência a nível nacional, próximo das empresas e comprometido com a sua evolução sustentável.

A nossa ambição é reforçar um posicionamento assente na proximidade, confiança e responsabilidade operacional, acompanhando as organizações de forma contínua num contexto tecnológico cada vez mais exigente. Queremos ser reconhecidos não apenas pela tecnologia que implementamos, mas pela forma como ajudamos as empresas a garantir estabilidade, segurança e capacidade de crescimento. A Digibéria pretende afirmar-se como um ator sólido, consistente e de longo prazo no mercado nacional, capaz de apoiar empresas de diferentes setores na transformação da tecnologia num verdadeiro fator de competitividade.

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